A ideia era do Ministério Público Federal do Brasil que pedia que o antigo Presidente do país passasse a cumprir o resto da sua pena em regime semiaberto, o que lhe permitiria sair da sede da Polícia Federal de Curitiba durante o dia para trabalhar. Mas, numa carta, Lula da Silva recusou:

"Ao povo brasileiro: não troco a minha dignidade pela minha liberdade. (...) não aceito barganhar os meus direitos e a minha liberdade. Já demonstrei que são falsas as acusações que me fizeram. São eles e não eu que estão presos às mentiras que contaram ao Brasil e ao mundo", escreve o antigo chefe de Estado numa missiva publicada nas redes sociais.

Lula, de 73 anos, acusa Sérgio Moro e os procuradores ligados ao caso de agirem de forma arbitrária acrescentado que cabe agora ao Supremo Tribunal Federal "corrigir o que está errado", lê-se na carta escrita à mão.

Lula da Silva está preso desde sete de abril de 2018, no âmbito do processo Lava Jato, a maior investigação de sempre à corrupção no Brasil, tendo já cumprido um sexto da sua sentença o que lhe permitiria mudar para regime semiaberto ou domiciliário. Desde o início do processo que clama inocência. 

 

 

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