A praga está afectar, sobretudo, as culturas de milho, mas a presença do verme faz-se sentir noutras plantações, de norte a sul do país. De acordo com as autoridades guineenses, não há antídoto para o combater, sendo resistente, na fase de borboleta, aos insecticidas tradicionais.

A lagarta, denominada do Outono, é originária da América do Sul, tendo sido detectada na Guiné-Bissau, no ano passado.

A FAO divulgou, na mesma altura, um documento revelador da rápida propagação, da praga, na África Austral. A agência das Nações Unidas dava, então, nota da particular incidência da praga no Zimbábue, Gana e na Zâmbia.

Ao mesmo tempo, o Centro Internacional para a Agricultura e Biociências, do Reino Unido, publicava um estudo apontando para a possibilidade do insecto poder vir invadir, “nos próximos anos”, a “Ásia tropical” e o “Mediterrâneo, tornando-se uma grande ameaça para o comércio agrícola mundial”.

Neste contexto, a FAO anunciou a realização de uma “reunião regional de emergência” para organizar uma “resposta coordenada”. O organismo e o Banco Africano de Desenvolvimento estão a desenvolver projectos para encontrar uma solução para o problema.

Enquanto não há resultados da investigação, a solução é matar a lagarta à mão.

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