O Parlamento etíope elegeu, pela primeira vez na história do país e por unanimidade, uma mulher como Presidente. Sahlework Zewde assume a liderança do país depois da demissão de Mulatu Teshome que ocupava o cargo desde 2013.

Sahlework, diplomata de carreira e até aqui representante especial do secretário-geral da ONU, António Guterres, para a União Africana, assume o cargo até 2020. A primeira mulher chefe de Estado é o quarto chefe Presidente da Etiópia desde que foi adptada, em 1995, uma nova Constituição. Os mandatos presidenciais são de seis anos cada e, num máximo de dois mandatos.

 

As razões que levaram à demissão de Mulatu Teshome, pelo Parlamento, são desconhecidas. Pensa-se que se tratará de um acordo entre os principais partidos com assento parlamentar. 

O poder do chefe de Estado, na Etiópia é reduzido. Ele está, de facto, nas mãos do primeiro-ministro, que representa, aliás, o país nas grandes cimeiras internacionais. Abiy Ahmed é o homem que ocupa o cargo desde abril e que iniciou uma ampla agenda de reformas que passam pela libertação de dissidentes ou pela abertura do diálogo com a vizinha Eritreia.

 

(Foto: @Sahlework Zewde)




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