O Angosat-3 surge no quadro da Estratégia Espacial do Governo até 2025.  Com este investimento de “utilização do espaço para fins pacíficos", o executivo coloca-o no contexto do desenvolvimento socioeconómico e o posicionamento estratégico do país.

Os condutores políticos de angola consideram que o aparelho vai contribuir para o desenvolvimento dos sectores produtivos e não produtivos nacionais, dado permitir a “gestão eficiente dos recursos minerais e da navegação marítima e aérea, bem como a melhoria do planeamento territorial, controlo e defesa das zonas transfronteiriças.

Esta medida foi tomada antes da conclusão do Angosat 2. A sua construção decorre, em França, na Airbus, desde Abril de 2018. Desde essa altura, a empresa aeroespacial europeia acolhe seis dezenas de técnicos angolanos que, no âmbito do contrato, integram as equipas permanentes do projecto, tendo como missão o seu acompanhamento.

O segundo satélite angolano tem data de lançamento prevista para 2021. Este programa está orçado em 280 milhões de euros.

As autoridades angolanas ainda não anunciaram os valores envolvidos na nova unidade.

De acordo com o despacho, o contrato comercial agora aprovado pelo Presidente angolano, envolve a construção, lançamento e a sua colocação em órbita.

O primeiro satélite angolano, contruído e lançado pela Agência Espacial Russa, resultou em fracasso. O aparelho, colocado no espaço no final de 2017, nunca funcionou, desconhecendo-se onde se encontra.

Após muito silêncio e recusas em assumir o falhanço, as autoridades angolanas assumiram que o Angosat 1 era para esquecer e que se concentravam, a partir do início do ano, na construção da segunda unidade do programa.

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